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Tem alguém ai?

Depois de fazer três viagens internacionais em menos de seis meses – grande feito para uma empregada CLT com apenas 30 dias de férias por ano – achei que era hora de ressucitar mais uma vez esse troço aqui. Esperem novos posts em breve – e comentem. Eu sou brasileira e não desisto nunca.

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South Beach

luzes de SoBe

luzes de SoBe

South Beach é uma festa que nunca termina e todos estão convidados. Sendo a única área de Miami onde você circula a pé, SoBe é a Ipanema, o Palermo Soho, a Providência de Miami, the place to be, onde todos os locais e turistas se encontram. Hotéis, cafés, restaurante, praia e vida noturna. Claro que isso tem um preço – literal – e você paga 17 dólares por um drinque num club ou 20 dólares pelo aluguel de uma cadeira na praia.

Miami Beach é uma ilha entre o oceano e a Baía de Biscayne, que inclui inúmeros countys e, entre eles, South Beach. É curioso reparar como os countys são pequenos mas absolutamente diferentes entre si e você percebe nitidamente quando entra e sai de um deles – de um county apenas com prédios luxuosos modernos para outro composta apenas por mansões sem muros para outro com prédios antigos. E de county em county, a partir de Hollywood, eu cheguei em South Beach, que tem o maior conjunto arquitetônico Art Déco do mundo, uma das poucas lembraças da minha primeira viagem à Miami, aos 13 anos. SoBe é assim porque foi destruída por um de muitos furacões em 1926 e sediou um evento de artes e arquitetura que introduzia este estilo nos Estados Unidos no ano anterior. Na década de 70 o governo pretendia demolir esses predinhos fofos que eu tanto gosto para construir arranha-céus, muito mais rentáveis para as construtoras, mas foi salvo por um grupo de ativistas que inscreveram o lugar no National Register of Historic Places, criando o Miami Beach Architecture District.

Nada é mais Miami que uma lamborghini conversível laranja

Nada é mais Miami que uma lamborghini conversível laranja

Esse oasis não é muito grande – entre as ruas 5 e 20, mais ou menos, mas tem muita coisa para fazer e você pode ficar facilmente apenas nessa área por alguns dias, se for adepta do slow travel como eu. As principais ruas, e que concentram todas as atrações que eu vou listar, são a Ocean Drive (em frente à praia), Collins Avenue, Washington Avenue e Lincoln Road (para pedestres). Nessa área tem mais restaurantes onde eu poderia comer em um mês, embora eu tenha dedicado bastante atenção ao Starbucks e à Haagen Daaz, mas também comi o “melhor hamburger do mundo”, assunto de matéria do programa de Oprah – e sim, era bem gostoso e diferente dos nossos hamburgers premium. Retail therapy pode ser praticada nas ruas já citadas, mas também no Sawgrass Mills, a abelha-rainha dos outlets. Sobre a vida noturna de Miami, aguardem outro post.

Recomendo bastante o hotel que fiquei em SoBe, o Eva. Limpo, agradável, bem localizado, é praticamente um apart hotel, pois tem cozinha no quarto. Paguei US$ 280 por três noites, de quinta a sábado, em um quarto para duas pessoas. Já o Westin Diplomat, resort onde foi o evento que foi o motivo da minha ida à Miami, é o lugar mais luxuoso onde fiquei na vida. Cama king size, TV de LCD de 37’, banheira – tudo isso já vi antes. Mas ter a minha personal máquina de Starbucks no quarto, com refis ilimitados, ah, isso é tirar onda.

Miami 006

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Welcome to Miami

Depois de amanhã embarco para uma semana em Miami, para três dias a trabalho e quatro livres (adoro essa matemática). Estive lá há 16 anos,  então muita coisa mudou. Na cidade e em mim. Aguardem posts.

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Lá no meu outro blog rola um edital de concurso para namorado. Dou casa, comida e roupa lavada se o gajo se comprometer a limpar a casa, fazer a comida e lavar a roupa. Inscreva-se já!

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De Ipod na Turquia

dsc02301.jpgpor Luciana Guilliod Eu nunca havia bebido álcool às 8h da manhã, até aquele dia de maio de 2006. Como também nunca havia sobrevoado num balão de ar quente a paisagem espetacular da Capadócia, na região central da Turquia, achei que valeria a pena aceitar a taça de champanhe oferecida para comemorar. Essa foi apenas uma das surpresas que este país me trouxe.  

Cheguei na Turquia às duas horas da manhã. Às sete da madruga do dia seguinte, estava firme e forte, de mochila nas costas, pronta para encarar o Fez Bus, um ônibus hop on hop off (ou seja, você pode parar a qualquer momento da viagem e pegar o próximo ônibus no mesmo ponto, dois dias depois) que leva uma semana para fazer uma volta completa no país. O Fez Bus foi a solução perfeita para uma menina viajando sozinha em um país muçulmano – não só fiz amigos mas evitei, até certo ponto, o assédio dos turcos.

dsc02160.jpgSó tinha ouvido falar de Gallipoli, o primeiro lugar que visitei, por causa do filme do Mel Gibson. O lugar foi palco de uma importante batalha na primeira guerra mundial entre turcos, australianos e neozelandeses e até hoje é local de peregrinação dessas nacionalidades. Para uma brasileira sem grande interesse na Primeira Guerra Mundial, valeu matar a curiosidade de entrar numa trincheira. Este foi só mais um capítulo na conturbada e rica história turca. O país, que hoje é uma República e um estado secular, abrigou a primeira cidade do mundo (Catalhoyuk, por volta de 6500 AC). A antiga cidade de Bizâncio foi rebatizada de Constantinopla pelo imperador grego Constantino em 330 AC, se tornou a capital do Império Romano do Oriente e o coração do Império Bizantino por mil anos. Em 1453 a cidade foi conquistada pelos Otomanos e renomeada como Istambul. A Turquia obteve sua independência após a Primeira Guerra Mundial sob a liderança de Mustafa Kemal, mais conhecido como Atatürk e alvo de homenagens no país inteiro. Atatürk modernizou o país, proclamando uma república e separando Estado e Religião.

 

(continua amanhã)

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Hello world!

Esse é o terceiro blog que eu creio para falar sobre viagem. Espero que desta vez eu não pare no primeiro post.

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